Meu contato com um Pleiadiano

Ontem, enquanto navegava pela Netflix me deparei com um documentário narrando a história de um contatado. Não falarei aqui sobre o documentário, mas sim de um dos temas que me chamam a atenção: a experiência e como um milhão de palavras, conversas a fio, artigos escritos em blogs e o relato de experiências caem por terra na hora do “vamos ver”.

Hoje vou contar sobre meu primeiro contato com um pleiadiano, as diferenças e similaridades em tudo o que se lê e o que se vivencia. Na época eu já havia lido e conversado com amigos sobre a raça, mesmo que tanto naquele tempo quanto agora sua linhagem não me desperte tanto interesse quanto despertam outras raças.

Altos, louros, olhos azuis, belos e benevolentes: esta é a descrição que vem gravadinha no rótulo de cada experiência com pleiadianos por todo o mundo; a verdade é a de que esta raça chama, e muito, a atenção da raça humana justamente pela estética: o homem cai de joelhos e abaixa a cabeça para qualquer coisa que se pareça bela e superior a si próprio, e como bom cego que é, vê o que quer ver.

Ainda me impressiono com conversas em “rodas espirituais”, onde o guru ou mestre ou a pessoa que facilite o evento afirma veementemente que uma pessoa que foi boa em vidas passadas e que atingiu tal nível de evolução não precisará nascer feio nesta vida, não precisará nascer pobre nesta vida, não precisará passar dificuldades nesta vida, enfim.

A maioria dos relatos conta sobre como estes seres viajam pelo universo em duplas, grupos e em família. No geral é uma raça muito amigável e se entrosa bem com as demais pelo universo.

Na noite em questão eu estava sozinha em casa e como sempre quis desenhar, inicialmente tive dificuldades em saber se o ser era macho ou fêmea, e no caso era o primeiro. Ao terminar o desenho o abandonei e saí do escritório por me senti nauseada, fui até o toalete e na volta senti que havia uma pessoa na casa.

A presença daquele ser era muito forte e me fez congelar por alguns minutos, ansiedade e medo e ansiedade. Ele estava parado na sala de estar, olhando pela janela como quem estava esperando por alguém chegar, não sei se era um alguém que estava na rua ou se estava esperando que eu saísse do quarto.

Sobre seu aspecto físico ele era tudo o que já ouvi falar e um pouquinho mais. Seu cabelo era louro dourado e longo, descendo alguns poucos centímetros abaixo do pescoço, seus olhos eram azuis e pareciam dançar, era como uma flor que tivesse mil pétalas e elas trocassem de lugar em suas fileiras; sua pele era muito clara e a estrutura óssea era bem definida nas maçãs do rosto, harmonizando com seu queixo quadrado, e deveria medir algo entre 1,90.

Ele era muito bonito, e havia algo a mais em sua atmosfera, um magnetismo que me atraiu para ele, quase uma indução que leva qualquer um que entre em contato com aquele ser a gostar e confiar nele instantaneamente. Mesmo enquanto olhava para fora o seu rosto tinha um sorriso discreto e divertido, pensando agora ele só devia estar rindo do meu estado mesmo.

Ele estava sozinho ali, o que já diferencia dos relatos que já ouvi; ele vestia um sobretudo pesado e bem estruturado nos ombros onde haviam desenhos e brasões, ele ia até a metade da panturrilha, a cor era algo entre safira e azul royal, e haviam detalhes em branco e dourado.

Tanto no desenho quanto pessoalmente sua energia masculina aparecia, mas definitivamente não era o foco; este é um ponto muito interessante sobre as raças, em algumas a energia feminina e masculina é gritante e em outras é como se essa energia fosse inexistente.

Quando criei coragem o suficiente para me aproximar ele se foi, deixando a casa vazia em uma noite de verão; eu não o vi novamente.